{"id":13081,"date":"2025-06-06T15:30:13","date_gmt":"2025-06-06T18:30:13","guid":{"rendered":"https:\/\/cbxonline.com.br\/?p=13081"},"modified":"2025-06-06T15:30:15","modified_gmt":"2025-06-06T18:30:15","slug":"curso-mira-empreendedorismo-feminino-e-forma-lideres-em-salvador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cbxonline.com.br\/index.php\/2025\/06\/06\/curso-mira-empreendedorismo-feminino-e-forma-lideres-em-salvador\/","title":{"rendered":"Curso mira empreendedorismo feminino e forma l\u00edderes em Salvador"},"content":{"rendered":"<p>Empreender, conquistar seu espa\u00e7o na sociedade e liderar as comunidades em que vivem. Durante muito tempo, esses tr\u00eas t\u00f3picos estiveram distantes do universo feminino, quase sempre restrito ao trabalho do lar, sem qualquer autonomia financeira. Hoje, a emancipa\u00e7\u00e3o da mulher pode estar ligada n\u00e3o somente a um grande cargo, mas tamb\u00e9m na capacidade de tocar o pr\u00f3prio neg\u00f3cio. Em\u00a0Salvador, o programa &#8216;Elas Lideram&#8217; tem ajudado nesse processo, oferecendo capacita\u00e7\u00e3o para que as\u00a0mulheres\u00a0transformem seus sonhos e necessidades em dinheiro.<\/p>\n<p>Iniciativa do mandato da novata vereadora Isabela Sousa, o curso gratuito tem como foco desenvolver habilidades essenciais para a condu\u00e7\u00e3o de pequenos e m\u00e9dios neg\u00f3cios, assim como a prepara\u00e7\u00e3o de novas lideran\u00e7as comunit\u00e1rias e pol\u00edticas. &#8216;Cria&#8217; da periferia da capital baiana, a parlamentar disse que a ideia surgiu a partir de uma an\u00e1lise da sua pr\u00f3pria realidade como moradora de uma regi\u00e3o dominada por majoritariamente pretas e em condi\u00e7\u00f5es sociais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>&#8220;Eu venho de uma comunidade perif\u00e9rica, nascida e criada, ent\u00e3o sempre vivi as dificuldades de ser uma mulher dentro de uma comunidade, do quanto \u00e9 dif\u00edcil. Eu vim para a pol\u00edtica, mas a minha m\u00e3e \u00e9 empreendedora, tem um sal\u00e3o de beleza na comunidade. Eu vi de perto toda essa dificuldade e o quanto que falta um apoio, uma prepara\u00e7\u00e3o para essas mulheres. Sempre foi um sonho ter um programa que, al\u00e9m de preparar essas mulheres, constru\u00edsse uma rede de apoio. Ent\u00e3o, assim que a gente entrou no mandato, a gente iniciou esse processo do Elas Lideram, e n\u00f3s conseguimos trazer mulheres de v\u00e1rias localidades de Salvador, com v\u00e1rios interesses, empreendedoras e mulheres que desejam entrar na pol\u00edtica, e conseguimos fazer essa movimenta\u00e7\u00e3o&#8221;, destacou a\u00a0vereadora ao\u00a0A TARDE.<\/p>\n<p>A primeira turma do &#8216;Elas Lideram&#8217; contou com 25 mulheres de diferentes idades e regi\u00f5es de Salvador, e terminou em maio deste ano. As alunas tiveram acesso a palestras e aulas que envolviam temas essenciais para o universo do empreendedorismo nos dias atuais: redes sociais, imagem pessoal, sa\u00fade mental e comunica\u00e7\u00e3o. Tudo isso no Centro de Cultura da C\u00e2mara Municipal, no Centro Hist\u00f3rico da &#8216;Roma Negra&#8217;.<\/p>\n<p>&#8220;Presencialmente, elas tinham aulas no Centro de Cultura, com profissionais como uma jornalista, que veio falar de comunica\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o, a jornalista foi, deu uma palestra, a gente teve tamb\u00e9m palestra sobre sa\u00fade mental, redes sociais, imagem pessoal. Nada mais \u00e9 do que um curso que prepara mulheres para lideran\u00e7a, al\u00e9m de empreender&#8221;, explicou a parlamentar.<\/p>\n<p>Foram mais de 100 inscri\u00e7\u00f5es somente nas primeiras 24 horas para o projeto piloto. A ideia, de acordo com a vereadora, \u00e9 que novas turmas sejam criadas ainda em 2025, formando novas dezenas de empreendedoras.<\/p>\n<h2>Mulheres que empreendem<\/h2>\n<p>Aluna da primeira turma do curso, Adja Santos viu na maternidade a necessidade de desbravar novos horizontes e se reinventar. A confeiteira de 40 anos passou a ouvir as recomenda\u00e7\u00f5es daqueles que provavam as suas receitas, e abriu um buffet em 2017.<\/p>\n<p>O neg\u00f3cio expandiu e se tornou a principal fonte de renda da empreendedora, casada e m\u00e3e de tr\u00eas filhos. Hoje, a Adja Decor, sua empresa, trabalha com encomendas e decora\u00e7\u00e3o de festas, tendo aproximadamente entre 15 e 20 atendimentos mensais.<\/p>\n<p>&#8220;A minha empresa \u00e9 voltada para decora\u00e7\u00e3o e buffet, surgiu h\u00e1 oito anos atr\u00e1s. Eu trabalhava em shopping, acabei deixando devido a quest\u00f5es pessoais, tenho tr\u00eas filhos. Eu precisava trabalhar com algo que me desse a possibilidade de trabalhar em casa, e eu j\u00e1 fazia muito bolo, doces, decora\u00e7\u00e3o para a igreja, amigos. Eu fazia por amor, a\u00ed acabei unindo o amor com a vontade de fazer algo diferente. Hoje, posso dizer que ela \u00e9 50% da minha sa\u00fade financeira, me ajuda com as despesas da casa, ajuda nas minhas coisas pessoais. Hoje tenho uma loja de decora\u00e7\u00e3o, aos finais de semana n\u00e3o paro. Minha m\u00e9dia de encomenda por m\u00eas, entre decora\u00e7\u00e3o e festa, cerca de 15 e 20&#8221;, explicou a confeiteira.<\/p>\n<p>Escolhida como oradora da primeira turma do curso, a secret\u00e1ria municipal de Desenvolvimento Econ\u00f4mico de S\u00e3o Francisco do Conde, Regi\u00e3o Metropolitana de Salvador (RMS), Dilzete Ros\u00e1rio, pontuou a relev\u00e2ncia da exist\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas que incentivem o empreendedorismo e a forma\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as femininas.<\/p>\n<p>&#8220;O poder p\u00fablico precisa avan\u00e7ar n\u00e3o apenas na capacita\u00e7\u00e3o, levando cursos, palestras e treinamentos para que esses pequenos neg\u00f3cios se tornem sustent\u00e1veis, mas tamb\u00e9m no fortalecimento da identidade e da cren\u00e7a de merecimento dessas mulheres. Afinal, al\u00e9m das barreiras externas, h\u00e1 uma batalha invis\u00edvel e di\u00e1ria, na qual precisamos provar para n\u00f3s mesmas que somos capazes&#8221;, pontuou a secret\u00e1ria, que continuou.<\/p>\n<p>&#8220;Nos dias atuais, precisamos ir al\u00e9m da capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica. Existem mulheres que j\u00e1 executam suas atividades com excel\u00eancia \u2013 seja produzindo um bolo ou um pudim \u2013 mas muitas vezes n\u00e3o enxergam o valor econ\u00f4mico daquilo que fazem. Esse \u00e9 o grande dilema: mostrar que aquilo que parece simples pode, na verdade, ser uma fonte poderosa de renda&#8221;, explicou Dilzete Ros\u00e1rio, em entrevista ao A TARDE.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m da necessidade de conciliar maternidade e sa\u00fade financeira, a empreendedora Ruana Gomes resolveu aproveitar a experi\u00eancia como vendedora em lojas do bairro da Boca do Rio para come\u00e7ar o seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio, em 2015, ano em que teve o primeiro de seus tr\u00eas filhos.<\/p>\n<p>Apesar dos primeiros passos em 2015, foi apenas em 2018 que a Ruanna Closet ganhou, de fato, contornos profissionais, com a ado\u00e7\u00e3o de identidade visual e uma loja virtual nas redes sociais.<\/p>\n<p>&#8220;Em 2018, oficializamos o perfil, criando um Instagram, uma identidade visual. A loja surgiu a partir da minha maternidade, foi quando tive meu primeiro filho e, por uma quest\u00e3o que acometeu ele no nascimento, ele precisou de cuidados, e eu tive que deixar o trabalho. Eu vi o empreendedorismo como uma sa\u00edda para n\u00e3o ficar parada, n\u00e3o ficar desamparada, sem renda. A loja surgiu em 2015, mas a gente tem o ano de 2018 como oficial de quando a loja come\u00e7ou a crescer. Precisei parar muitas vezes, por muitas quest\u00f5es. Quest\u00f5es da maternidade, quest\u00f5es financeiras&#8221;, explica a empreendedora de 30 anos.<\/p>\n<p>A confeiteira Eliene Nunes, dona da confeitaria artesanal Del\u00edcias da Lia, ressaltou os desafios do empreendedorismo e o in\u00edcio de sua jornada. Antes de partir para a produ\u00e7\u00e3o de doces finos, cupcakes e bolos tem\u00e1ticas, a empreendedora vendeu trufas, pizzas e at\u00e9 mesmo lasanha congelada.<\/p>\n<p>&#8220;Eu comecei com trufas, depois fazendo pizza, lasanha congelada. A\u00ed veio a ideia de fazer bolos e tortas para anivers\u00e1rios. As dificuldades para a gente que tenta empreender s\u00e3o v\u00e1rias. Tem que ter ra\u00e7a, for\u00e7a e vontade, coragem. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil&#8221;, explicou.<\/p>\n<h2>Estat\u00edsticas<\/h2>\n<p>Segundo o \u00faltimo censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edsticas (IBGE), em 2022, 46,4% dos Microempreendedores Individuais (MEIs) cadastrados, com limite anual de at\u00e9 R$ 81 mil, s\u00e3o do g\u00eanero feminino. Desse grupo, a m\u00e9dia de idade das mulheres &#8216;MEIs&#8217; \u00e9 de 41,1 anos.<\/p>\n<p>De acordo com o DataSebrae, plataforma com recortes estat\u00edsticos do Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em n\u00fameros exatos, o Brasil tinha 10,4 milh\u00f5es de mulheres donas do seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio no primeiro trimestre de 2024. Os dados foram divulgados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD).<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio DataSebrae de 2023, divulgado no come\u00e7o de 2024, aponta ainda a predomin\u00e2ncia no perfil de escolaridade das empreendedoras, sendo 41,3% delas mulheres que possuem at\u00e9 o ensino m\u00e9dio completo.<\/p>\n<p>Ainda sobre o perfil m\u00e9dio, 23% das empreendedoras est\u00e3o concentradas no Nordeste, sendo a segunda regi\u00e3o com o maior n\u00famero de mulheres nessa posi\u00e7\u00e3o, ficando atr\u00e1s apenas do Sudeste, que concentra 44,4%. Na Bahia, dos 1.922.505 empreendedores cadastrados, 633.364 s\u00e3o mulheres, o que representa 32.9% dos donos do pr\u00f3prio neg\u00f3cio no estado.<\/p>\n<div id=\"denakop-intext-8\" data-google-query-id=\"COmEx7y03Y0DFfJRuAQdVV4RgA\"><\/div>\n<p>Assim como no mercado de trabalho, as mulheres que empreendem ainda est\u00e3o atr\u00e1s dos homens empreendedores no quesito renda. No \u00faltimo trimestre de 2024, por exemplo, o rendimento m\u00e9dio das donas do seu neg\u00f3cio foi de R$ 2.867, enquanto os homens chegaram a R$ 3.793,20.<\/p>\n<h2>Legisla\u00e7\u00e3o e acesso \u00e0s linhas de cr\u00e9dito<\/h2>\n<p>O acesso restrito aos recursos p\u00fablicos para expandir suas empresas tamb\u00e9m \u00e9 um desafio enfrentado pelas mulheres que possuem seu pr\u00f3prio neg\u00f3cio. Uma das barreiras \u00e9 o car\u00e1ter informal das empresas, que precisam ter CNPJ, comprovante anual de faturamento e, em alguns casos, certid\u00e3o negativa de d\u00e9bitos.<\/p>\n<p>&#8220;Eu nunca tive acesso a uma linha de cr\u00e9dito. Sempre tive muita dificuldade, porque eles exigem um teto de faturamento anual, ent\u00e3o nunca consegui me encaixar nos crit\u00e9rios para obter essas linhas de cr\u00e9dito. S\u00e3o muitas exig\u00eancias, e como pequena empreendedora, n\u00e3o consigo me enquadrar. O empreendedorismo vai muito al\u00e9m, ele te desafia diariamente&#8221;, destacou Ruana Gomes, ao comentar sobre as dificuldades para conseguir uma linha de cr\u00e9dito para auxiliar nas finan\u00e7as da sua loja de roupas.<\/p>\n<p>Na mesma linha, Eliene Nunes, do Del\u00edcias da Lia, afirma que, diante das exig\u00eancias, ela acabou desistindo de tentar contratar qualquer linha de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>&#8220;Eu nunca tentei as linhas de cr\u00e9dito, porque as pessoas do meio circulo que tentam, nunca conseguem. Sempre alegam juros altos, a forma de pagamento n\u00e3o estava compat\u00edvel, e eu nunca tentei&#8221;, explica.<\/p>\n<h2>O que elas pensam?<\/h2>\n<p>Empreender ainda \u00e9 um grande desafio para as mulheres. Ao mesmo tempo, \u00e9 uma arma importante para garantir autonomia, posi\u00e7\u00e3o de destaque e seguran\u00e7a financeira. O sucesso de parte delas tamb\u00e9m pode se tornar uma vitrine de encorajamento.<\/p>\n<p>&#8220;O empreendedorismo \u00e9 uma das maiores armas para a liberdade de uma mulher. Foi um divisor de \u00e1guas, porque consegui alcan\u00e7ar coisas que eu n\u00e3o imaginava. Hoje, por exemplo, tenho uma loja de decora\u00e7\u00e3o. Creio que consigo inspirar outras mulheres a empreender atrav\u00e9s do meu neg\u00f3cio. \u00c9 dif\u00edcil, mas \u00e9 muito gratificante. O empreendedorismo mudou a minha vida, me deu um novo norte do que eu vivia, fez com eu pudesse acreditar que posso chegar a voos mais altos&#8221;, afirma Adja.<\/p>\n<p>&#8220;O empreendedorismo ainda \u00e9 visto como algo muito f\u00e1cil. \u00c9 um trabalho que exige const\u00e2ncia, disciplina, tempo. Conciliar isso com a maternidade n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, \u00e9 uma jornada que pode ser dupla ou tripla. Acesso ao financiamento \u00e9 um dos obst\u00e1culos enfrentados tamb\u00e9m&#8221;, pontua Ruana<\/p>\n<p>Dilzete Ros\u00e1rio, secret\u00e1ria de Desenvolvimento Econ\u00f4mico de S\u00e3o Francisco do Conde, tamb\u00e9m aponta os desafios enfrentados pelas mulheres que empreendem.<\/p>\n<p>&#8220;Os desafios s\u00e3o imensos e envolvem diversas barreiras a serem superadas, como o preconceito ainda presente, al\u00e9m da necessidade de transformar mentalidades que por anos refor\u00e7aram a ideia de que mulheres n\u00e3o deveriam empreender&#8221;, explica.<\/p>\n<h2>Reconhecimento<\/h2>\n<p>Criado em 2004, o Pr\u00eamio Sebrae Mulher de Neg\u00f3cios abriu suas inscri\u00e7\u00f5es para a edi\u00e7\u00e3o de 2025. A iniciativa tem como principal objetivo incentivar o empreendedorismo feminino.<\/p>\n<p>O pr\u00eamio prestigia cinco diferentes categorias: Pequenos Neg\u00f3cios, Microempreendedora Individual (MEI), Ci\u00eancia e Tecnologia, Neg\u00f3cios Internacionais e Produtora Rural.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empreender, conquistar seu espa\u00e7o na sociedade e liderar as comunidades em que vivem. Durante muito tempo, esses tr\u00eas t\u00f3picos estiveram distantes do universo feminino, quase sempre restrito ao trabalho do lar, sem qualquer autonomia financeira. 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